mas no meio de tudo, ainda sonho acordada!

E choro!
Choro sensibilizada vendo o amor dos outros, frágil com a falta do meu! Choro assim, essa carência que me atormenta.
Sinto? Não sinto? Sente? Não sente? Caio assim na interrogação, após falas e olhares. Olhares de procura que em nada me saceiam. Pois é fome isso o que sinto! Fome de amar e ser amada. E como sem amor não há nada, assim me anulo!
Perco-me no tempo, na saudade e na ânsia. Ânsia de um futuro nunca antes desejado.
Já não sinto, já não faço, já não vivo!
Sobrevivo! Pesada, num tudo cheia de nada.
Fui assim enterrada viva!
E alma?
É, agora, um fantasma da esperança que me assombra.

E choro!

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